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sexta-feira, 27 de abril de 2012

PROFESSORES DA EEB ROSÁRIO AGRADECEM O APOIO

SINDALESC EMITE NOTA EM FAVOR DOS PROFESSORES DO ESTADO DE SC

NOTA OFICIAL
O Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (SINDALESC) vem a Público se solidarizar com a luta e a greve dos profissionais na área da educação.
Os professores, pais e alunos em Santa Catarina sofrem há muito tempo pela falta de prioridade dos governos que se elegem, prometendo resolver o problema da educação no Estado e nada fazem.
Em relação a nota dos 30 deputados da base governista, o Sindalesc considera um acinte aos professores, ao próprio Parlamento e à sociedade catarinense.
Sobre o mérito da nota, precisamos esclarecer que o papel de um governo é empreender esforços para garantir a qualidade na educação e nas diversas áreas que atua, e o papel do Parlamento é elaborar, fiscalizar e garantir que o Executivo cumpra as Leis estabelecidas, nesse caso, nada mais justo que a Lei do Piso seja cumprida e que tenha a anuência do Parlamento catarinense.
Os deputados mostram incongruências com o cargo em que atuam abdicando de seu papel de fiscalizador e criador de leis em favor da maioria, para ocupar correia de transmissão do governo.
Os parlamentares se enganam ao afirmar que o esforço para buscar o cumprimento da lei é mérito do governo, o que na verdade é direito da categoria a partir das incansáveis lutas contra o descaso com a educação.
Consideramos que existe uma nítida falta de informações pelos deputados governistas, caso contrário, resta-nos acreditar na tentativa de manipulação da informação, com o objetivo de tirar do foco a incoerência do governo trazendo para o debate questões e realidades distantes do assunto em pauta, para criar um ambiente fantasioso de disputas partidárias ou entre governos, sendo que, o que está em questão é simplesmente a falta de planejamento do Estado para garantir o piso salarial dos professores previsto em lei.
O Governador de Santa Catarina, ao invés de tratar o Parlamento catarinense como extensão do seu mandato e desestimular a autonomia sindical e dos movimentos reivindicatórios, poderia cuidar melhor das finanças e das prioridades que beneficiam o conjunto da população.
Por fim, salientamos a necessidade de restituição dos papéis das entidades Republicanas e solicitamos que o Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, em esforço coletivo, façam valer o cumprimento das Leis e garantam o diálogo e as negociações com as entidades de classe, preservando as noções elementares de um Estado democrático e de direito.
À Diretoria

Profª: Marisa Perin Tonon

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Atenção - Greve dos professores

Segundo informações atualizadas pela direção da escola, fica confirmada a greve dos seguintes professores:

* Marisol
* Juliana
* Robson
* Antonio Nilson
* Antonio Marcos
* Reno
* Tatiana
* Marta
* Marisa Perin

Os outros professores continuam normalmente com suas aulas.

Vale lembrar:

* Aluno que entrar na escola para assistir aula, apenas será liberado as 11h:55min (matutino) e 17h:30min (vespertino), independentemente do fato de ter aulas com professor grevista. (Período noturno segue o mesmo esquema).

* Será considerado aula dada/normal com qualquer número de aluno(s) presente(s).


Atenciosamente,
Grêmio Estudantil Democracia Juvenil

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Categoria rejeita proposta do Governo e anuncia greve a partir do dia 23

Cerca de 4 mil profissionais da educação participaram da assembleia estadual, na tarde de hoje, no Centro Sul, em Florianópolis. Todas as 30 regionais do SINTE estavam representadas no ato.

Por unanimidade o magistério rejeitou a proposta do Governo e por maioria decidiu pela greve a partir da próxima segunda-feira, dia 23 de abril.

A decisão foi tomada pelo não cumprimento por parte do Governo do acordo de greve assinado em 2011.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Plantão - Greve dos professores

A Escola do Rosário ainda não recebeu nenhum posicionamento dos professores em relação a possível paralisação. Alguns professores participaram de uma assembléia em Florianópolis e retornam as 22 horas de hoje (17/04). 
Assim que recebermos notícias, iremos imediatamente postar em nossos meio de comunicação.

Fique atento!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

SINTE terá reunião com governo do Estado nesta segunda-feira

Florianópolis, 02/04/2012, Assessoria de Imprensa SINTE

Está longe de acabar as negociações do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina – SINTE com o governo do Estado, com relação ao reajuste do piso nacional sobre todos os níveis do plano de carreira do magistério. A categoria exige que seja cumprida e Lei que garante o pagamento do reajuste de 22,22%, a partir de janeiro de 2012, percentual este, calculado em cima do custo anual de um aluno.

O Estado propôs ainda parcelar em três vezes o reajuste, sendo a primeira parcela em 2012, no percentual de 8% e as demais em 2013 e 2014, mas sem mês ou dia previsto. Em resposta o SINTE declarou que a proposta apresentada pelo governo não respeita a lei do piso e não contempla todos os trabalhadores em educação, não valorizando a qualificação e capacitação dos profissionais, mantendo assim a política de compactação da tabela salarial.

De acordo com Anna Julia Rodrigues Secretária Geral da entidade, o SINTE deu prazo para uma contraproposta do Governo. A reposta foi enviada através de ofício do Coordenador Executivo de Negociações e Relações Funcionais Décio de Vargas. No documento o representante do governo agendou reunião para esta segunda-feira (02), às 17 horas, no prédio central da Secretaria de Estado de Educação, quando o sindicato espera obter uma nova proposta.

Alvete Bedin diz ainda que, se as negociações não forem bem sucedidas, na próxima assembléia geral marcada para o dia 17 de abril, a categoria entrará em greve por tempo indeterminado. A exemplo do ano passado, que obteve 90% de adesão, o sindicato espera ter a maioria dos profissionais daeducação estadual apoiando a causa.
  
Anna Júlia declara que a reivindicação da classe é em cima de uma promessa assumida pelo Governoem campanha, quando afirmou o pagamento do reajuste ainda para janeiro. "A sociedade precisa saber que estamos pedindo o que é de direito dos professores, e que o Governo recebe 25% de recursos do FUNDEB - Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, verbas que não estão sendo repassadas para a educação de Santa Catarina".

quinta-feira, 15 de março de 2012

Poucas escolas de Lages aderiram à paralisação

 
A última quinta-feira (15), ficou marcada como o Dia Estadual de Paralisação e Assembleia Estadual para professores da rede de educação de Santa Catarina. Após analisar a proposta apresentada pelo Governo do Estado, em assembleia, realizada no Centro de Eventos Centro Sul, em Florianópolis, o Sinte optou por recusar a proposta e aguardar até o dia 17 de abril.Caso uma nova posição do Estado e, caso nada seja apresentado, uma nova assembleia será marcada.

Em Lages, das 22 unidades da rede estadual de ensino, segundo informações dos diretores e assessores de direção de cada escola, 10 mantiveram as aulas normalmente, nove aderiram parcialmente e, na EEB Nossa Senhora do Rosário, no bairro Coral, houve maior índice de paralisação, onde apenas um professor trabalhou.

Da regional de Lages, aproximadamente 300 professores vinculados à rede foram participar da assembleia, em Florianópolis, que tinha como foco debater a proposta de reajuste apresentada peloGoverno do Estado no dia anterior. Destes, 100 são das escolas de Lages. A proposta prevê o reajuste de 22,22% para os professores que recebem o piso, divididos em duas parcelas e sem validade para os demais níveis salariais.

A classe briga pelo pagamento do reajuste na totalidade e que seja aplicado ao plano de carreira, grande batalha da categoria nos últimos anos. Para a Gerência Regional de Educação (Gered), aparalisação não foi expressiva. De acordo com a gerente Maria de Fátima Ogliari, a Gered recebeu orientações da Secretaria de Estado da Educação (SED) e os professores que paralisaram levarão falta sem justificativa pela ausência no trabalho em dia considerado normal.

Com o anúncio da paralisação, muitos alunos não compareceram às escolas, mesmo em algumas turmas em que os professores não aderiram. Fátima explica que, nestes casos, será avaliado junto à SED, para saber se contará ou não falta para os professores. “Vamos analisar a situação dos professores que compareceram e bateram o cartão, mas não deram aula porque não tinha alunos”, diz.

Professores rejeitam proposta do governo

A assembleia e o dia de paralisação fazem parte da programação da greve nacional da Educação, convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Dentre as reivindicações apresentadas pela categoria está a garantia do cumprimento imediato e integral da lei federal nº 11.738, que vincula o piso salarial profissional nacional à carreira do magistério.

A Direção Executiva do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte/SC) analisou a proposta apresentada pela Secretaria da Educação e concluiu que “a mesma é uma afronta aos direitos dos trabalhadores em educação do Estado de Santa Catarina, pois desrespeita a lei dopiso, o quadro de carreira e principalmente os acordos da greve de 2011”.

Paralisação

• Escolas que funcionaram normalmente: Francisco Manfrói, Frei Nicodemos, Ilza Amaral de Oliveira, Maria Quitéria, Egídio Baraúna, Visconde de Cairu, Zulmira Auta da Silva, Armando Ramos de Carvalho, Godolfin Nunes de Souza, Prof. Jorge Augusto Neves Vieira

• Escolas que aderiram parcialmente: Belisário Ramos, Cora Batalha da Silveira, Pinto Sombra, Lucia Fernandes Lopes, Melvin Jones, Flordoardo Cabral, Rubens de Arruda Ramos, EEB de Lages, Vidal Ramos Junior

• Escola que paralisou totalmente: N. Sra. do Rosário (apenas um professor, dos 30, estava trabalhando)

• Não soube informar:
São Judas

• Apenas um professor parou: Vidal Ramos


Atenção

Amanhã (16/03/12) haverá aula normal!

quarta-feira, 14 de março de 2012

Nota da Executiva do SINTE/SC sobre a proposta apresentada pelo governo em 14/03/2012

BLOG do SINTE/SC
A Direção Executiva do SINTE/SC em reunião pós-audiência com representantes do governo, analisou a proposta apresentada pelo Secretário da Educação Eduardo Deschamps, assessores e o Coordenador do CONER (Coordenadoria Executiva de Negociação e Relações Funcionais)Décio Augusto Bacedo de Vargas, concluiu que a mesma é uma afronta aos direitos dos trabalhadores em educação do estado de SC pois desrespeita a lei do piso, o quadro de carreira e principalmente os acordos da greve de 2011.
O SINTE/SC reafirma sua posição de não abrir mão de nenhum direito e cobra atitude do governo, pois a proposta de hoje coloca em duvida a palavra empenhada pelo governador, durante o processo de negociação da greve de 2011, não deixando à categoria outra alternativa a não ser a organização da luta.

Paralisação

Informamos que nesta quinta-feira (15/03), não haverá aula. Motivo: paralisação dos professores.